Apesar das dificuldades impostas pela pandemia, o número de MEI e MPE abertas apresentam sinais de recuperação em quase todos os estados do Brasil, segundo os dados do Sebrae com base em informações da Receita Federal.
O número de fechamentos estabilizou em quase todos os estados brasileiros quando comparados ao período pré-pandemia.
Em janeiro de 2020, todos os estados brasileiros apresentaram quantidades de MEI abertos superiores aos mesmos períodos de 2018 e de 2019. Esse movimento também foi observado no mês de julho, quando a categoria mostrou crescimento e sinais de recuperação pós-pandemia.
“Os pequenos negócios são o motor da economia e para superar a crise provocada pela pandemia do coronavírus, o país precisa contar com a força desse segmento”, comentou o presidente do Sebrae, Carlos Melles.
Já em relação a análise do fechamento de micro e pequenas empresas, o levantamento mostra que, basicamente, todos os estados e o Distrito Federal estabilizaram seus quantitativos, quando comparado com os números pré-pandemia (2018 e 2019). A exceção é o Maranhão que apresentou ligeira alta no número de fechamentos.
Sobre a abertura de novas MPE, os gráficos dos estados em 2020 apresentam um comportamento em formato de V, com ápice de empresas abertas em janeiro, queda nos meses entre fevereiro e maio, e recuperação a partir de junho. As exceções são os estados do Acre, Mato Grosso, Roraima, Santa Catarina e Tocantins. Essas unidades da federação não apresentaram quedas expressivas nos seus quantitativos em meados de abril.
Enviado Por
DANIELLE NADER
Jornalista
Fonte: https://www.contabeis.com.br/noticias/45105/mei-numero-de-fechamentos-cai-no-brasil/
Leia também
- 15 abr 2026Quais documentos toda empresa deve manter e por quanto tempo?
- 08 abr 2026Ambulantes formalizados como MEI crescem 45% em 2025
- 31 mar 2026Projeto cria cadastro nacional para empresas com alto índice de reclamações não solucionadas
- 24 mar 2026Pequenos negócios precisam reforçar segurança digital para evitar prejuízos
- 17 mar 2026Conflitos entre gerações nas empresas exigem alinhamento estratégico e regras claras
